quinta-feira, 25 de agosto de 2011

.. top 7 filmes - Angelina Jolie ...

 Atriz incomparavel, ela é simplismente fodastica, geralmente faz filmes bons, outros nem tanto, depois de ser finalmente conhecida do grande publico em 60 Segundos, eis ai os melhores filmes de Jolie ... =D

7° - O Turista




6º - Pecado Original




5º - Roubando vidas




4º - Capitao Sky e o Mundo amanha




3º - Alexandre




2º - Sr. e Srª Smith




1º - Lara Croft: Tomb Raider

====================================


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

... Amor nos anos 60 deixava muito a desejar ...




Eu sou do tempo em que as namoradas não davam. É. Estou enojado dos dias de hoje, nesta torpe função de comentarista, em que as notícias batem-me na cara como pedras. Estou cansado. Volto ao passado, sugado por um túnel de flash-backs. Pois é; as namoradas não davam. 

A pílula foi a maior revolução cultural dos anos 60, pois as meninas, com pavor de engravidar, deixavam quase tudo menos o principal e os rapazes iam para casa com dor nos rins e perpetravam masturbações feéricas, ejaculando nos banheiros como foguetes à Lua. Os meninos de hoje vivem em haréns. Estes "pequenos canalhas" que eu tanto invejo torcem o nariz para deusas de 18 anos, entediados, enquanto, no meu tempo, quantas meninas eu tentei empurrar para dentro de apartamentos emprestados, ficando elas empacadas na porta, quantas unhas quebradas em soutiens inacessíveis, quantas palavras gastas em cantadas intermináveis, apelando para Deus, para Marx, para tudo, desde que as saias caíssem, as blusas se abrissem, as calcinhas voassem. Não havia motéis, então. Namorávamos em qualquer buraco: terrenos baldios, cantos da praia de noite; eu confesso que já "amassei" uma namorada dentro de uma grossa manilha encalhada na Praia de Ipanema. 

Os carros eram poucos e deixavam um rastro de silêncio depois que passavam. Havia menos gente. Aconteciam menos coisas. As pessoas eram mais individualizadas - fulano, sicrano, rua tal, número tal, bar tal, comida tal, um dia depois do outro... Havia tempo para o tempo passar. Mas, deixemos de filosofias e fiquemos na sacanagem. Minha primeira namorada não era mais virgem. Era uma raridade. Era uma morena febril, agressiva que dirigia uma Rural Willis do pai. Eu, que vivera até então na horrenda divisão entre puteiros e romances líricos, entre lágrimas e baldes de despejo, achei que ia começar meu primeiro amor adulto. Mas, acontece que minha namorada resolvera reconstituir sua virgindade, recusando-se a perpetuar comigo seu "erro" do passado. Arrependera-se de ter cedido uma única e sangrenta vez ao "canalha" que me antecedera e, depois de lágrimas em confessionários, resolvera manter sua pureza intacta. Para mim, foi um calvário de desejo insatisfeito. 

O medo era a barriga, medo que a pílula matou anos depois, mas era medo também de um labirinto de liberdades assustadoras, de apego a vestidos de debutantes, organdi branco, a véus de noiva esvoaçando nas almas românticas. Ninguém dava. As poucas que o faziam eram apontadas pelos rapazes, com fascínio e suspeita, um respeito desconfiado. Quantos teriam coragem de casar com elas? 

Lembro de uma menina da universidade que entrava num transe meio epiléptico, de olho virado em alvo, que "dava" num sacrifício ritual de gritos e choros do qual acordava sem lembrar de nada... Era um sucesso entre comunas caretas, uma espécie de "louca da aldeia". Por isso, homens falando em "liberdade" viviam em "rendez-vous" e em aventuras com mulheres casadas, infelizes matronas (uma que levei ao "aparelho" chorava pelo marido militar e gemia de vingança: "Ele odeia comunistas... ahh... se ele soubesse..."). Ou então eram pobres empregadas carentes, "lúmpens" de rua (como se dizia); um companheiro nosso papou até uma cega do Instituto Benjamim Constant. E havia também o recurso a mulheres turistas e estrangeiras. Um comuna amigo meu "traçou" uma funcionária do consulado americano, a quem ele obrigava a chamá-lo de "Fidel Castro" (esse já foi até ministro...). 

Tudo era complicado, proibido, ao som do rock e bossa nova. Éramos assim em 1962. Aos poucos, melhorou... 

Arnaldo Jabour
______________

terça-feira, 16 de agosto de 2011

... Reggaeton ...



O ritmo criado em Patamá e moldado nas ruas de “Puerto Rico” (Porto Rico), onde já vinheram grandes fenômenos como os Menudos, hoje é um estilo que se espalhou por todo o mundo, e cantados em vários idiomas. Estilo este, que é uma vertente do hip hop que incendiou e continua a incendiar as pistas latinas, americanas, européias e até japonesas.

O reggaeton geralmente é cantado em "spanglish", uma mistura de inglês e castelhano (espanhol). Muitos artistas optaram por fazer suas músicas, principalmente, sobre sexo para alcançarem a fama mais rapidamente. Mas outros artistas usaram como temática, em suas letras, o racismo, as drogas, o crime (temas que fazem parte da cultura hip hop gangsta) e, até, o cristianismo.

Tudo começou, no final dos anos 80, mais ou menos na mesma época em que, Thaíde e DJ Hum lançavam os pilares do movimento hip hop brasileiro, na Estação São Bento do Metrô em São Paulo. A associação entre o hip hop brasileiro e o reggaeton, o hip hop porto-riquenho, é inevitável. As raízes do reggaeton estão no Panamá, como invenção do rapper El General. Era o "spanish reggae". O reggae cantado em espanhol fez um certo sucesso e logo foi importado por um clube de Porto Rico, o The Noise. Lá, aspirantes a rapper improvisavam em cima dos discos de reggae vindos do Panamá, sob a batuta da trinca de DJs do reggaeton Foram aqueles garotos que aperfeiçoaram o ritmo e o levaram ao sucesso, se tornando as estrelas de hoje - como Daddy Yankee, Tony Touch, Tempo, Vico C.

A mensagem das ruas é a mesma - a luta de classes pós-moderna, a pobreza nas esquinas, o convívio com as drogas, bandidagem, a vida na periferia, o sexo -, só muda a base. E é justamente a base do reggaeton que chama a atenção e faz do ritmo algo de fato contagiante. Os caras pegaram o sex appeal do próprio dancehall jamaicano e misturaram à pegada latina, principalmente a salsa. A base suaviza os vocais nervosos dos rappers, que cantam num inacreditável splanglish. 

Dentre os caras do Reggaeton que eu indico estão de fato Daddy Yanke, Lucenzo, Don Omar, Christina Milian, Calle 13, Wilsin e Yandel, Ricardo Arjona, dentre muitos outros.

======================

sábado, 13 de agosto de 2011

... Top 7 Clipes - Beyonce ...

Dessa vez no top 7, a considerada top das tops, estrela musical dos ultimos tempos, a maior BEYONCE .. muitos e muitos clipes, dificil chegar aos 7 melhores .. entao pra mim eis os 7 clipes mais fodas da mulher de Jay-Z...
 

7º - Crazy in love



6º - Naughty Girl



5º - Right the alarm




4º -Get me Bodied




3º - Halo




2º - If Were a boy




1º - Single Ladies

===========================

sábado, 6 de agosto de 2011

... Musicas que não combinam com uma apresentação de dia das mãe ...


1- Já sei namorar, já sei beijar de língua agora só me resta… (Tribalistas)

2- Sigura o tchan, amarra o tchan, sigura o tchan tchan tchan (É o Tchan)

3- A dança creu tem que ter disposição, a dança creu tem que ter habilidade… (Mc Creu)

4- Vai tomar no cu… Vai tomar no cu… (MTV…)

5- Não tinha medo tal João de Santo Cristo… [Sua mãe iria dormir com uma musica de 10 minutos] (Legião Urbana)

6- Eu preciso de ti o Pai, sou pequeno de mais… [é dia das mãe e não dos pais] (Regis Danese)

7- O Rebolaitions, o Rebolation…

8- Bom shi bom shi bom bom bom… (As meninas)

9- Agora eu sou solteira e ninguém vai me segurar (Ainda mais se você for homem)

____________________________

terça-feira, 2 de agosto de 2011

... Dizemos Milhares...


Milhares de palavras todos os dias sem pensar no que estamos falando. Sem sacar a origem delas. Nada melhor, quando não se tem o que fazer, do que ficar buscando a origem de algumas delas. Por exemplo: Enfezado: quantas e quantas vezes você já não disse essa palavra referindo-se a você mesmo ou a outra pessoa? Mas você já parou para pensar o que significa quando você diz que está enfezado? Significa literalmente que você está cheio de fezes. Não fique enfezado por isso. 

Coitado: e aquelas mães que vivem dizendo: "coitadinho do meu filho..." Será que elas têm noção que um sujeito coitado é porque levou um coito? Por isso que hoje em dia fala-se muito: coitado do Brasil. 

Avacalhar: se você vive dizendo esta palavra é porque as coisas estão mais para vacas que para seres humanos, o que é uma grande avacalhação com quem quer que seja. 

Forró: esta expressão tem várias origens. A melhor delas é que a palavra teria surgido durante a ocupação de Natal pelos americanos durante a Segunda Guerra. Às vezes os oficiais ianques davam festa e todos eram convidados. Era uma festa for all. Com o tempo... 

Abruptamente: é você fazer algo com muita brutalidade. Cuidado. 

Bandido: eram aquelas pessoas maldosas que andavam em bando, saqueando, assaltando. Bandeira: era o dístico, o distintivo destes bandos, destas cidades, daqueles países. 

Soldado: pessoa convocada para a guerra mediante o recebimento de um soldo. Salário: na Roma antiga, muitos pagamentos eram feitos com saquinho de sal, daí o salário. Não me perguntem o que os romanos faziam com tanto sal. 

Agarrar: pode parecer coisa da Idade Média, pois agarrar é exatamente meter as garras em algo. Se você não tem garras, nunca use este verbo. 

Embarque: quando surgiu esta palavra, queria significar entrar no barco para partir. Hoje usa-se a mesma palavra para se entrar nos carros e, o mais estranho ainda - para se entrar num avião. O que nos leva a crer que o avião também é uma embarcação. 

Livro: a palavra vem do latim libero (livre). Portanto, o livro deve ser sempre algo livre, sem censuras. Criado-mudo: claro, é aquele móvel que está ali ao lado da sua cama para Ihe servir, para você colocar coisas nele. E ele é ótimo, pois não fala. 

Crônica: deve vir de cronos: tempo, relógio, periodicidade. 

Escrivaninha: claro, é o lugar onde se sentavam os escrivães antigamente. Isso me lembra uma história que aconteceu com um meu cunhado quando ele era garoto. Ele andava com a mania de dizer tudo no diminutivo. O pai, preocupado com a masculinidade do garoto, foi logo proibindo-o de dizer qualquer palavra que fosse no diminutivo. Um dia o seu Joaquim foi levar a escrivaninha que estava no reparo. O garoto encarou o pai e foi logo dizendo:—Pai, o seu Joaca está aí com a escrivana. 
E tem mais, muito mais palavras para a gente se divertir. Solte a sua imaginação, que, aliás, significa ver as imagens, e deixe de minhocar.


Mario Prada