sábado, 26 de novembro de 2011

- Musica do Dia - Sempre vou te amar -

Oz Bambaz - Sempre vou te amar


Passo a te encontrar o meu coração dispara para
O meu corpo congela, o meu mundo para para
Pois eu sou todo seu quando você quiser
Me deixa eu ser seu homem e você minha mulher

Te dou o meu ar
Te dou o meu ser
Eu vou te amar
Meu mundo é seu
Te dou meu único amor
Te dou o meu coração
O meu tempo é pra você


Sempre vou te amaar
Meu amor eu te amo
Sempre vou te amaar
Meu amor eu te amo
E então seremos um só tendo o mesmo coração
O meu mundo é pra você

Sempre vou te amar
Meu amor eu te amoo
Sempre vou te amar
Meu amor eu te amoo
Eu fico assim é só você olhar pra mim
Todo acanhado, se você chega do meu lado

Não vou ligar se alguém rir disso
Pois já decidir eu vou gritar pro mundo
Te dou o meu ar
Te dou o meu ser
Eu vou te amar
Meu mundo é seu

Te dou meu único amor
Te dou o meu coração
O meu tempo é pra você
Sempre vou te amar
Meu amor eu te amo
Sempre vou te amar

Meu amor eu te amo
E então seremos um só tendo o mesmo coração
O meu mundo é pra você
Sempre vou te amar
Meu amor eu te amo

Sempre vou te amar
Meu amor eu te amooo
Eu quero você
Eu quero ter você pra mim

Pois sei que vou te ganhar
Te ganhar
Quero ter você pra mim
Pois sei que vou te ganhar

Você me faz me bem como ninguém
Mas o que busco em alguém você quem tem
Pra mim
Meu amor eu te amo
Meu amor eu te amo

E então seremos um só tendo o mesmo coração
O meu tempo é pra você
Sempre vou te amar
Meu amor eu te amo
Sempre vou te amar

Meu amor eu te amo
Te dou meu único amor
Te dou o meu coração
O meu tempo é pra você
Sempre vou te amar

Meu amor eu te amo
Sempre vou te amar
Meu amooor eu te amoo
E então seremos um só tendo o mesmo coração
O meu mundo é pra você

Sempre vou te amar
Meu amor eu te amo
Sempre vou te amaaar
Meu amor eu te amo
Sempre vou te amar


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

... Coisas que você não deveria ter feito no almoço da sua mãe ...


As piores piadas de dia das mãe:

1-Você não deveria ter dado feliz dia das mães para seu Tio que nem pai é

2-Você não deveria ter dado feliz páscoa.

3-Muito menos feliz dia dos pais

4- Na sobremesa você não deveria ter falado: “É pavê o pa cumê?”

5-Você não deveria ter perguntado para o seu primo: ” Você deu o que de dia das mães para seu irmã?”

6-Você não deveira ter falado que o presente é: “Um cinto, um cinto muito mais não tenho presente!”

7-Tão pouco um CD caipira, um CD mescurpe mais não tenho presente.

8- Nem uma saia, saia daqui que não comprei nada…

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

- Musica do dia - Chantilly

 Naldo - Chantilly


(Não pede pra parar)
Abre mais a blusa, me usa só não pede pra parar
Pra sentir seu corpo mais quente, deixar molhada, vem cá
Puxa teu cabelo, uma mordidinha louca me dá
Quando a nossa música tocar
Dá água na boca, me sobe uma coisa boa, me dá
Pensamento voa, imagino um milhão de coisas, sei lá
Dentro na boate, na cama, no carro, em qualquer lugar
(Não pede pra parar)
É só você que sabe me dá
Só você me dá, me faz delirar
Só você me dá

É que eu morro de vontade de você
Traz champagne e sabe me enlouquecer
Pega o chantilly na hora de sentir prazer
Tira a roupa e faz coisas de alucinar
Vem me agarrar, me faz delirar
Quero te pegar então vem me dá

É que eu morro de vontade de você
Traz champagne e sabe me enlouquecer
Pega o chantilly na hora de sentir prazer
Tira a roupa e faz coisas de alucinar
Me faz delirar, então vem me dá
Quero te pegar, só você me dá...
(Não pede pra parar)

Abre mais a blusa, me usa só não pede pra parar
Pra sentir seu corpo mais quente, deixar molhada, vem cá
Puxar teu cabelo, uma mordidinha louca me dá
(Não pede pra parar)
Quando a nossa música tocar
Dá água na boca, me sobe uma coisa boa, me dá
Pensamento voa, imagino um milhão de coisas, sei lá
Dentro na boate, na cama, no carro, em qualquer lugar

E só você que sabe me dar
Só você me dá, me faz delirar
Só você me dá

É que eu morro de vontade de você
Traz champagne e sabe me enlouquecer
Pega o chantilly na hora de sentir prazer
Tira a roupa e faz coisas de alucinar
Vem me agarrar, quero te pegar
Então vem me dar
Só você me dá
(x2)

Só você me dá, só você me dá
Me faz delirar
Só você me dá...
(...não pede pra parar)


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

... A Barata ...


A barata é a mais lídima das aquisições democráticas do mundo. Quase toda a casa a possui. Aos pobres lhes cabe melhor quinhão desses insetos, muito embora o Sr. Guinle não possa se queixar pois o Copacabana também as tem apesar de todo o DDT. Pertencendo à família das BLATÍDEAS, muito conhecida nos buracos de rodapés, cantos de estantes, fundos de arquivos e de gavetas, as baratas têm hábitos próprios interessantíssimos com os quais me familiarizei nos meus longos anos de pertinaz contato com arcanos e alfarrábios. 

Para se lidar com baratas há quem acredite em inseticidas e baraticidas. Como em tudo mais, acredito em psicologia. Para se aplicar a psicologia é preciso um certo método e uma vasta disciplina. Vejamos. Encontra-se a barata. Para se encontrar uma barata não é preciso muito gasto de energia. Em geral ela nos procura. E mais em geral ainda ela vem ao meio de nossos dedos quando pegamos aquela pilha de livros que estava embaixo da escada.

No momento em que sentimos a barata presa em nossos dedos um sentimento de horror inaudito corre nossa espinha. Largamos livros, agitamo-nos furiosamente, batemos no chão, nos móveis e nos livros com o primeiro pano ou jornal que se nos depara, mas, a essa altura, a barata já estará longe, escondida numa das 365 mil páginas dos 870 livros que espalhamos no chão. Como encontrá-la? eis o problema. Esse problema, depois de acalmados nossos nervos e esfregadas nossas mãos com sabão e bastante álcool, é que procuramos resolver. 

Existe, para se pegar uma barata, dois processos distintos. Um é chamar a empregada e dizer: "Tem uma barata aí! Quero isso bem limpo!" e virar covardemente as costas. Dessa atitude pode resultar que a barata atinja um extraordinário grau de longevidade pois a empregada passará um pano nos livros e jogará por cima deles um pouco de DDT, dando-se por satisfeita. A barata também. 

E daqui há seis meses, quando você for pegar aquele velho exemplar de Balzac, terá a desagradável surpresa de ver, à página 276, olhando-o com aqueles olhos brejeiros e aquelas antenas irônicas que lhe são próprios, a mesma barata que você tinha condenado à morte. Vocês fitar-se-ão demoradamente. Ela continuará baloiçando as antenas. E você, depois de um segundo de inércia, saltará para o ar, jogará o livro para o outro lado e berrará femininamente. 

Pois eis que as baratas têm o extraordinário poder de nos afeminar a todos, afirmativa essa que se aceitará sem contestação se se atentar para o grande número de baratas que há em nossos teatros. Portanto não se deve virar as costas a uma barata, como fazem os elementos da ribalta, mas sim enfrentá-la masculamente. Para isso precisamos, antes de mais nada, saber se a barata é uma BLATÍDEA comum ou se é uma PERIPLANETA AMERICANA, ou, em linguagem menos científica, uma dessas baratas que voam. Se é dessas aconselho o leitor a desistir de qualquer pretensão máscula, arrumar as malas, fechar as portas de sua casa e entrar para o Teatro. 

Agora, se é das outras, sempre há recursos: 
1 — Pegue um Correio da Manhã bem dobrado, deixando à mostra o artigo de fundo. Sacuda os livros e espere, trepado numa cadeira. Atente sobretudo para o estilo de bater quando a barata surgir. Lembre-se: o estilo é o homem. 

2 — Quando a barata surgir bata de uma vez. Não durma na pontaria. Ela normalmente pára um pouquinho, para sondar o ambiente cá de fora e confrontá-lo com a literatura em que vive metida. esse o momento de atacar. 

3 — Trate de verificar se o inseto em que você está batendo é uma barata ou um barato. Nunca se esqueça: o barato sai caro.

4 — Nunca aproxime e afaste o jornal para fazer pontaria. As baratas sabem muito bem o que as espera quando sentem esse ventinho, quando você bater de verdade ela já terá embarcado para a Europa. 

5 — Não tenha pena de bater. Bata firme, forte, decididamente. É a vida dela ou a sua. Se você não a matar terá que passar a existência inteira alimentando-a a inseticida. 

6 — Não se importe com as coisas que o cercam. Afinal de contas que são meia dúzia de copos partidos, um tapete manchado, dois livros com as páginas rasgadas e uma perna de cadeira quebrada se você conseguiu eliminar uma barata? 

7 — Se falhar, só a paciência lhe dará outra oportunidade. A barata não lhe dará outra tão cedo, enquanto permanecer em sua memória o trauma da pancada que quase lhe tirava a vida. Não adianta você sacudir livro após livro porque se recusará a aparecer. Agarrar-se-á às páginas e, se cair ao chão, correrá rapidamente, escondendo-se por trás do guarda-roupa. 

8 — Não se deixe levar pela vaidade. Às vezes você atinge uma barata de leve e ela vira-se de barriga para o ar agitando as perninhas ininterruptamente, com a expressão de quem está dando uma gargalhada, achando você engraçadíssimo. Isso poderá lisonjeá-lo mas não a poupe por esse motivo. 

9 — Às vezes elas tentam outro truque sentimental. Atingidas de leve elas vão se arrastando tristemente, de vez em quando olhando para você com um olhar que 1he dilacera o coração, como quem diz: "Seu malvado, viu o que você fez?" Antes de começar a chorar bata até matar. Depois chore. 

10 — De seis em seis meses faça um teste consigo próprio para ver se você está mais desbaratador do que no semestre anterior. Se a resposta for negativa não esmoreça. Continue lutando até que possa, como nós, cobrar caro pelas lições administradas. E essa é nossa última recomendação: cobre sempre caro pelos seus conselhos nesse setor. Não se barateie!

Millôr Fernandes
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